segunda-feira, 25 de outubro de 2010

vida de puto

Hoje apetece-me falar dos meus tempos de puto (quê, ontem ?!). Há muitos e muitos anos, na primária. Hoje vou falar-vos dos intervalos. Basicamente os intervalos serviam para uma e uma só coisa: uma cambada de chavalos a darem chutos numa bola. Bolas de todo o tipo: basquetebol (geralmente todas furadas), futebol todas rotas, com a câmara de ar das bolas de futebol todas rotas e até lixo. Ah pois é, lixo. Não havia cá desperdícios e reciclagem era uma coisa quase tabu. Foram muitas as vezes em que uma embalagem de iogurte líquido serviu para dar um chutos. Os iogurtes, latas, garrafas de agua eram as nossas opções principais para fazer de bola. Gandas porcos, ouve lá. No entanto isto fez-me homem.
Na altura eu não me dava muito com as meninas (era naquela idade, sabem ?) pelo que não tenho sequer ideia do que elas faziam nos intervalos. Não faço ideia nenhuma.
As minhas outras opções seriam jogar aquele jogos dos pauzinhos e que envolve uns saltos e jogar o meu GameBoy e o seu respectivo jogo do Pokémon. Andar a porrada ou ver esta acontecer também era coisa normal na altura.
Bons velhos tempos.

8 comentários:

Sarinha Everly Rose. disse...

Por acaso é mesmo bonita a música. x)
Quanto ao teus post, eu como menina, nos intervalos acho que o que fazia era conversar com as minhas amigas sobre tudo e mais alguma coisa. Menos quando chegava o verão e a primavera que aí a animação era jogar ao molha. Ahaha, bons belos tempos. xD

s. disse...

nada bom mesmo ;p

Tagarela disse...

concordo, alias também não me importava nada que também não se trabalhasse de tarde :b

catts ღ disse...

realmente, é verdade :b

filipa disse...

era tão bom esse tempo *

Sarinha Everly Rose. disse...

Sou sim , é o meu pai . *.*
porque ? x)

filipa disse...

muitas :s

Catarina disse...

Bem, de vez enquando também jogava futebol com os iogurtes xD, para além da típica apanhadinha e dos saltos na corda! Foram tempos muito interessantes, de facto! (: Embora algumas coisas hoje nos façam rir de tão deprimentes que eram.